sexta-feira, 13 de maio de 2011

marie antoinette

  Oi, gente bonita, gente feliz, gente ryca, gente phyna, gente feia, gente etc.! Vim aqui fazer esse post pequeno demais meio que só pra galera da minha sala. Sinto muito, mas não é livro, porém também não é nenhuma aula de História (a menos que vocês queiram). Eu vi o filme Marie Antoinette - que adivinhem do que fala e panz - semana passada. Ele é awesome. E sabem, ela é aquela rainha que teve a cabeça cortada. Não, não a Anne Boleyn. A Anne Boleyn é inglesa, a Marie Antoinette é francesa, risos.
  Eu adorei as atuações, o roteiro, O CENÁRIO É MARAVILHOSO e dá uma ajuda na compreensão da Revolução Francesa. Faz a gente se interessar mais também. Essa é só uma dica para os senhores assistirem e eu ia até postar na comunidade da sala, mas ia ser ignorada.
Kirsten Dunst, seja feia.

Renata.

sábado, 7 de maio de 2011

hello there.

  Eu não posto há muito tempo, né? Eu tenho uma desculpa: esses dias eu não tenho feito nada que valha a pena postar aqui. Por exemplo, essa semana eu só fiz três coisas: estudei, passei mal e chorei por causa de nota. Mãããs, depois de terça pretendo voltar ao normal. É que semana de provas é complicado, e amanhã e segunda só estudarei e...

  Morte, venha me buscar. (kidding, guys)

  Fiquei feliz ao ver que mesmo não tendo feito nada já estamos com mais de 600 visitas! Como, hein? E quando à enquete: QUATRO PESSOAS VOTARAM E TAL, mas três votos foram para "mais livros", o que vai ser meio difícil por enquanto, já que nem ler estou lendo direito. Estou quase morrendo de abstinência.
  Vou me despedindo porque se der vou estudar pra prova de Literatura hoje ainda, e meus irmãos estão aqui e!!!! Anyway, rezem para que eu não pegue recuperação em Ciências.
(Boring) Renata.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Uma história de amor

 Como trabalho da Professora Cláudia, eu vim aqui recontar um livro que eu li e, simplesmente, é muito fofo. Chama-se ''Uma história de amor'', o qual fala sobre Marina e Alex.

Tudo começa quando os dois vão passar um feriado na praia. No primeiro dia, Marina, que é apaixonada por livros, vai para a praia tentar achar um lugar calmo para ler, e encontra uma velha canoa. E nisso Alex, com o mesmo intuito dela, acha essa canoa também. Sendo assim, os dois se conhecem e ficam no pensamento um do outro. Nos próximos dias eles se encontram de novo e, consequentemente, começam a ter o chamado ''amor de verão''. Só que como o feriado já está no fim, Marina vai embora sem se despedir. Mas, como toda história de amor, acaba encontrando Alex no final.

O livro é de Lino de Albergaria, recomendo para quem gosta de romances. É cheio de poemas e outras coisas fofinhas.

 Bárbara.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

la dame aux camélias

  Vou escrever um RE-CON-TO sobre La Dame Aux Camélias (A Dama Das Camélias, de Alexandre Dumas Filho), então se não quer spoilers PARA de ler. Ou seja: Vou contar o final, some daqui.

  La Dame Aux Camélias conta a história trágica de Armand Duval, um advogado comum que se apaixona por uma cortesã de luxo, que está acostumada com os altos prazeres da vida e é bancada por homens ricos da alta sociedade parisiense.
  Marguerite Gautier, que é o nome dessa cortesã, se apaixona de volta e chega até a viver por um tempo com Duval, em tranquilidade e se recuperando de tuberculose. Mas, o pai de Duval não gostando desse relacionamento de seu filho com uma cortesã, chantageia a moça para que ela se separe dele, mentindo para ele dizendo que não o ama mais.
  Como ela voltou à vida de cortesã, a doença também voltou, e depois de Duval torturá-la psicologicamente devido ao seu abandono Marguerite acabou morrendo. Depois seus atos são explicados numa carta.
  Chorei lágrimas de sangue, quase. No início você chega a odiar, Marguerite, mas no fim das contas você vê que  qualquer um, por mais ambicioso que seja, é capaz de amar. E o Armand sofreu tanto, coitado. Ah, e infelizmente sou lerda o suficiente para não entender porque ela levava camélias de cores diferentes em determinados dias.
  Um ótimo livro, amei mesmo ♥

(Renata)

Pequeno edit para uma curiosidade: A história do livro foi baseada num romance do autor. O nome da cortesão era Marie, se não me engano, e ela também morreu.

domingo, 10 de abril de 2011

breakfast at tiffany's

  Vou postar sobre esse filme que vi há muitos meses atrás SÓ DE BIRRA. Quer dizer, não só de birra, mas principalmente porque ver gente falando que filme antigo é ruim me irrita pro_fun_da_men_te. E olhem que muita gente diz isso porque viu um filme de ficção, e, bem, os efeitos especiais de antes não são nenhum primorzinho ~ comparados aos atuais, né?
  Então, Breakfast At Tiffany's conta a história de Holly Golightly e Paul Varjak, que se apaixonam e uns dramas que surgem. SOU PÉSSIMA PRA FALAR DE FILMES, NÉ? A Audrey é linda, o nameless cat é lindo, o final é lindo, ENFIM, vejam e se apaixonem.


  E não, não é em preto e branco :}
Renata.

nho

  "Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você. Se não fosse amor eu já teria desistido de nós."
 Caio Fernando de Abreu.

  CADÊ TEXTO COMPLETO CADÊ

quinta-feira, 7 de abril de 2011

show do paul mccartney e eu surtando

  Ei, gente. Eu sei que o tema da postagem aparentemente não tem nadinha a ver com o tema do blog, mas vocês vão compreendendo. Enfim, acredito que alguns não saibam quem é Paul McCartney, alguns saibam, mas nem liguem, e alguns até saibam e liguem, mããs... ENTÃO, James Paul McCartney nasceu dia 18 de 1942 em Liverpool e eu admiro muito esse cara. SABEM POR QUÊ???? Um dia ele topou com o John Lennon e tan tan tan, BEATLES! Minha banda favorita de todos os tempos. Entenderam? "Mas credo, 'cê só gosta de música velha.": Para de ler então.
  Agora vamos compreender o título do post. 'Cês devem saber (quem não sabe, descobrirá) que ele fez um show em Porto Alegre e um em São Paulo ano passado, e durante a transmissão do show de São Paulo na Globo, quando eu vi que enquanto ele não parasse de tocar All My Loving eu não conseguiria parar de chorar, cheguei à conclusão que ele não podia morrer sem eu ver um showzinho dele. Ah, qual é? Por obra do destino eu fui nascer tarde demais para admirar a maioria dos gênios da música. John Lennon, Freddie Mercury, Renato Russo, Cazuza já tinham morrido, cara! George Harrison viria a morrer de câncer sem eu nem saber o nome dele. Entããão eis que o Macca resolve fazer um show no Rio. Adivinhem que não vou. Já chorei, bati o pé, falei "isso não pode estar acontecendo" trinta mil vezes... Mas tenho que lidar com isso, né, galera? Pra eu ir seriam milhares de dólares, lugar pra ficar, etc etc. A chance d'eu ganhar um promoção é quase nula, e é isso aí.
  Isso é mais um desabafo que qualquer coisa, mas adivinhem quem tenho uma lição de moral!!! Hehe. Acaba que toda vez que acontece isso (ACREDITEM, QUANDO DESCOBRI DO PRIMEIRO SHOW DELE AQUI, DEPOIS DA ESTREIA DE HARRY POTTER, ETC...) passa. Quer dizer, vou ouvir repetidamente as músicas dele(s) durante a próxima semana, chorar antes de dormir, ser rebelde, não querer nada com nada, me encolher no cantinho, dizer que estou mal todas as vezes que as pessoas perguntarem como ando... Mas passa. A gente não tem tudo que quer, não é mesmo? E mesmo que ele morra (eu pareço estar sendo fria, mas alô, VOCÊ, SEU PAI, SUA MÃE E SEU FILHO UM DIA MORRERÃO, é vida) e eu não chegue a estar num raio de um quilômetro dele, eu sei que eu ainda vou ter as músicas, né? Os livros, os filmes, as fotos, e tudo mais. Posso até passar pra frente, quem sabe? Daqui uns vinte anos talvez nem se lembrem quem ele foi, né? Mas eu acho que lembrarei, gente.

 E VOU AQUI CONCLUINDO UMA BÍBLIA quando deveria estar estudando pra prova medonha que vou ter amanhã, mas escrever sobre isso melhorou um pouco. Já até parei de molhar o teclado.

Eu e a camiseta mais linda que já comprei, hehe!
  E é isso aí, galera. Talvez Beatles não faça seu tipo, nem a carreira solo dos integrantes, mas eu me importo. Fazer o que, né? Quem sabe outro dia se eu animar escrevo sobre a banda for real. Por enquanto, é só, pessoal!

Ob-la-di, ob-la-da, life goes on...

Post-scriptum: Não fugi completamente do tema só porque música também é literatura. Beijo!



domingo, 3 de abril de 2011

MINHAS ESTANTES!!!!!!!

  Alô vocês! Eu sei que sumi, mas foi falta do que postar, mas agora voltaremos à programação normal de post dia sim dia não.


  Quer dizer, vou tentar.


  Anyway, galera, vim aqui contar que FINALMENTE minhas prateleiras foram compradas. Pra quem não sabe, meus sessenta e alguma coisa livros + os que eu pego emprestado/na biblioteca (e não são poucos, esses) ficavam no meu criado-mudo. É, aquela coisa enorme e eu morrendo de medo de cair em cima de mim, além do que, era uma bagunça. Mas graças a Deus, uma luz veio na cabeça da minha amada mamãe e ela depois de me enrolar um tempão COMPROU MINHAS PRATELEIRAS. Elas são lindas, gente!!! Tô apaixonada.

Just saying, gente! HEHEHEHE Depois se eu animar, posto uma foto de como ficou :}
  

sábado, 2 de abril de 2011

Conversa entre duas crianças.

Para início de conversa, eu já tinha lido esse dialogo há muito tempo, só que esses dias para trás eu o achei novamente. Eu morro de rir com ele, sempre! Fala sobre aquelas nossas canções de ninar antiga na visão de dois meninos de hoje. Espero que gostem da conversa =D


- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me
contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. Só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Por que?

Eu estava olhando um site aqui, e achei o ''Por que'' que tal personagem de contos de fadas fez alguma coisa. É muito bonitinho. Vou postar aqui, vale a pena ler ;)


Por que deram uma maçã envenenada para a Branca de neve?
Para nos mostrar que nem todos vão ser gentis e nem todos realmente são quem dizem ser.
Por que a Cinderela fugiu a meia noite?
Para nos lembrar que tudo tem suas limitações, até os sonhos.
Por que Ariel trocou sua cauda por pés?
Para nos mostrar que as pessoas estão dispostas a dar tudo para estar com seu amor só para ser feliz.
Por que Aurora dormiu por 100 anos?
Para nos dizer que você talvez precise esperar um pouco para seu verdadeiro amor aparecer, as vezes é muito tempo, mas vale a pena.
Por que a Bella estava apaixonada pela Fera?
Para nos lembrar que você não pode evitar como a pessoa é por fora, mas se por dentro ela for linda, então nada ficará no meio de seu amor.


Lindinho demais né?
Beijos, Bárbara =)

Cinco regras simples pra felicidade

Cinco regras simples pra felicidade: 1. Livre seu coração do ódio 2. Livre sua mente das preocupações 3. Viva de maneira simples 4. Dê mais 5. Espere menos

sexta-feira, 25 de março de 2011

P. Alegre, 14 de junho de 70.

''Hildinha querida, recebi seu bilhete magoado com as fotografias (lindas: meu eu-Narciso teve orgasmo). Escrevi há pouco tempo uma longa carta, comentando o Fluxo-Floema, creio que não recebeste — caso isso tenha acontecido, repito que gostei muito. A estória do desastre com o Dante me preocupou bastante — não entendo por que ele não pediu a alguém que passasse um telegrama para cá, avisando, eu teria ido de ônibus até Caxias. Deve ter sido tristíssimo ficar simplesmente sozinho numa cidade estranha e, o que é pior, num hospital. Mas o importante é que ele já se recuperou bem. Diga a ele que os meus pais gostaram
muito dele, até mesmo o meu pai, que é a própria ostra de tão fechado, chegou a dizer que era o primeiro amigo meu que ele gostava. Minha tia e minha mãe acharam ele o homem mais bonito que elas já viram; e meu irmãozinho gostou porque “ele parece o Bufalo Bill”. Elogios aos potes.
Ana Lúcia está aqui, com Medéia. Conversei rapidamente com ela depois do espetáculo, depois não tive mais tempo de aparecer: ela não está muito bem, meio de fossa, falando em largar o teatro. Não gostei do espetáculo — foi todo feito em função de Cleide Yáconis, que é muito boa, embora não excepcional. O coro é fraquíssimo, os atores homens idem. Soube pela Ana da morte de dona Bedecilda: outro golpe para você.
Não tenho escrito com mais freqüência porque não tenho tempo: passo a manhã inteira na faculdade, a noite no curso de arte dramática, à tarde preciso estudar (estamos em exames), escrever, filmar, fazer montes e montes de coisas. Ando muito esgotado, durmo só umas cinco horas por noite (logo eu, que se pudesse dormia umas 20), andei também ruim do coração, meu ritmo cardíaco estava a mais de 200 pulsações por minuto, precisei fazer um tratamento, não posso fazer esforço, nem tomar álcool, estou proibido de fumar mas não ligo. Algumas brigas terríveis em casa: andei fazendo umas experiências com mescalina, meus pais descobriram, foi aquele forró. Ando deprimido, agressivo, cansado — perdi uns cinco quilos: pareço um fantasma, tenho insônia e pesadelos horrendos, idéias negras durante a noite. Hildinha, se você soubesse como ando escuro, como ando perdido, como me distanciei de mim e das coisas em que acreditava: tenho participado de festas louquíssimas, na base da maconha, da nudez, jogo da verdade, bacanais, surubas. Por favor, queria tanto que me compreendesses. Ando muito sozinho, nessas festas se reúnem artistas plásticos, atores, atrizes, escritores — todos jovens, perdidos, desesperados — é uma coisa terrível. Chega a ser comovente a maneira errada como eles buscam a pureza, como eles tentam se convencer que os bacanais são a forma mais absoluta de comunicação: finjo o tempo todo, rio, sou alegre, dispersivo, com aquele brilho superficial e ridículo. E em cada fim de noite me sinto um lixo. Há tempos estou vivendo uma estória-deamor-impossível que rebenta a saúde: sei que não dá pé de jeito nenhum e não consigo me libertar, esquecer — estou completamente fixado nessa pessoa, vivo todas as horas do dia em função de encontrá-la, à noite. E insuportável. Sei que estou me autodestruindo, mas isso já não me assusta: penso se não será melhor afundar, afundar até acabar numa clínica. A juventude de Porto Alegre é uma coisa terrível: 90% de viciados em tóxicos, todos fugindo de si, das máquinas, do fazeralguma-coisa. Acho que quem está de fora não pode condenar, condenar simplesmente é desprezível — é preciso compreender. Existe uma sede de amor impressionante. Estou sendo muito honesto ao te contar essas coisas, poderia facilmente escondê-las: sei que me arrisco a te chocar, te ferir, te agredir. Mas eu nunca quis ser gostado por aquilo que não sou ou aparento ser. Não vejo saída, Hildinha, sinto que cada vez mais tudo se fecha. Também não adianta pedir ajuda a ninguém, ninguém pode dar. Talvez isso passe, não sei quando, talvez seja só uma fase, das mais dificeis que atravessei, mas até passar estarei me desgastando, me consumindo. Tenho chegado a extremos que não me julgava capaz. E como isso dói.
A antologia de contos foi lançada (estou mandando um exemplar) com muita badalação. Está vendendo bem. Vivi a experiência de uma tarde de autógrafos: me senti tolhido, constrangido, inibido. A imprensa anda me badalando muito. Mas descobri finalmente como tudo isso quer dizer pouco: o bom no escrever é o momento da criação, da vibração, da comunicação com o incognoscível que nos dita as coisas a serem escritas — o resto é lixo. A inveja é um fato: certas pessoas têm me agredido muito, na faculdade, na rua, geralmente intelectuais no mau sentido, frustrados e medíocres. Tenho horror desses rebucetes, rodinhas e frescuras literárias: procuro ficar na minha, sempre. Digo a todos os repórteres que não me sinto um escritor: que sou só um ser humano procurando um jeito de viver. E que talvez esse jeito seja escrever, sei lá. Meu livro está quase pronto, deverá ser lançado em breve. Queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi.
Não sei mais o que te escrever, estou muito confuso, muito distraído. Pressinto muito próximo o fim de alguma coisa que não sei especificar qual seja. 

Mas não se preocupe muito comigo, não vale a pena. Acho que sou bastante forte para sair de todas as situações em que entrei, embora tenha sido suficientemente fraco para entrar. Não faço planos, não sei o que vai acontecer amanhã. É só, Hildinha. Um beijo enorme do seu,
Caio Fernando A breu.

PS — Depois de reler — não é tão grave assim. Fui muito dramático. Faça boas vibrações por mim. Por favor, compreenda tudo. E escreva logo.
Abraços no Dante.''



Dos meus preferidos, acho ele bastante profundo =)

Caio F.

"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada “impulso vital”. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como “estou contente oura vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim – nós, não. Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.
Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente – e não importa – essa coisa que chamarás, com cuidado, de “uma ausência”. E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços. 
Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás – aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na lagartixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.
Ficou tão longe o tempo das caudas decepadas das lagartixas, tão longe o tempo dos círculos de fogo em torno dos escorpiões, longe o tempo do sal sobre as lesmas, o tempo dos espinhos no traseiro das formigas, da pedra no peito dos passarinhos. Acendendo um cigarro, pensarás com ironia na lei do retorno. “Aqui se faz, aqui se paga!” – repete uma avó implacável na memória.
E agora: como se houvesse um deus menino, igual ao que foste naquele tempo longe que ficou, decepando cotidianamente a tua cauda (para que a regeneres), criando círculos de fogo em torno de teu corpo (para que te mates), gotejando lentamente o sal sobre tua pele (para que te dissolvas), cravando-te espinhos (para que te contorças) e procurando-te com o bodoque e a pedra afiada (para que te esvaias em sangue) no meio desse mato de palavras onde procuras disfarçar teu medo.
Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada mas tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:
– ... mastiga a ameixa frouxa. Mastiga, mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca..."



Aposto que muita gente já leu algum trecho desse texto. Para quem nunca leu, leia. Vale muito a pena.

O amor não tira férias

 Eu sou bem suspeita para falar de comedias-românticas. Eu simplesmente amoo(...)oo esse tipo de filme.  Quando assisto, brigo com o personagem, rio, choro, reflito e no final viro e falo ''Aii, foi o melhor filme que eu já vi!''. É sempre assim. Minha mãe que o diga, porque eu sempre a obrigo assistir filmes comigo haha.
 Mas, então, era sábado a noite e eu não tinha nada para fazer, mas já que estava passando esse filme, eu resolvi assisti. E bem, adorei! 

 O filme ''O amor não tira férias'' é um filme mais antigo, precisamente de 2006. Conta a história de Iris Simpkins(Kate Winslet)e Amanda Woods(Cameron Diaz). Iris trabalha na Daily Telegragh, Londres, onde escreve uma coluna sobre casamentos. Ela é apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas descobre que o amado está prestes a se casar com outra. Bem distante daquele lugar, precisamente em Los Angeles, encontra-se Amanda. Ela é dona de uma agência de publicidade especializada em trailers de filmes. Mas, tem quase o mesmo final trágico de relacionamento que Iris, ela descobre que seu namorado anda lhe traindo. Desconsolada encontra na internet um site para intercâmbio de casas, em que Iris também é cadastrada. Então as duas combinam de trocar de casas por um tempo. Iris vai para a luxuosa casa de Amanda e esta fica na simples cabana no interior da Inglaterra de Iris. Essa mudança faz com que as duas encontrem novas paixões, Iris conhece Miles (Jack Black), que é compositor de cinemas e trabalha com o ex-namorado da dona de sua nova casa. E Amanda conhece Graham (Jude Law), o irmão de Iris... Agora o final, só posso garantir que é bastante legal, e de certo modo, imprevisível!


 Vou deixar aqui uma parte do filme que eu adorei:


"— Por que sempre gosto da garota má?
— Você não sabia disso.
— Mas sabia que não era boa...
— ...
— Porque nos apaixonamos por uma pessoa mesmo sabendo que ela é errada?
— Essa eu sei a resposta. Porque você espera estar enganado, e sempre que ela faz uma coisa que mostra que ela não é boa, você ignora, e sempre que ela age bem e te surpreende, ela te reconquista. E aí você esquece a idéia de que ela não serve pra você.
— Era do cara que você gostava? *Referindo-se ao envelope em cima da mesa.*
— Era sim. Mas acontece que ele não me amava como eu esperava... Bom, o que estou tentando dizer é que eu entendo o que é se sentir a menor e a mais insignificante das criaturas do mundo e isso faz você sentir dores em lugares que nem sabia que existiam no corpo. Não importa quantos penteados novos você fizer, ou em quantas academias entrar, ou ainda quantas taças de frisante você tomar com as amigas, você ainda vai pra cama, toda noite, pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de errado, ou como pode ter interpretado mal, e como foi que por um breve momento, você achou que podia ser tão feliz. Às vezes você consegue até se convencer de que ele, num passe de mágica, irá ate à sua porta... e depois de tudo isso, demore o tempo que tenha que demorar, você vai para um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E aquela época turva, aquele tempo ou a vida que você desperdiçou, tudo isso começa a se dissipar.
— Tome, você precisa mais do que eu... *Entregando um lenço.*
— Ah, Miles, você sempre foi um cara ótimo...
— Eu sei.. esse sempre foi meu grande problema."


Lindo né? Então, assistam!
 Bárbara.

Dinâmica.

 Sim, sim, o Aloísio fez dinâmica hoje! (E eu chorei como sempre haha). Mas como o próprio pediu, vou descrever o que eu senti. 
 Começou o relaxamento, até aí tudo beleza. Respira e solta o ar, respira e solta o ar... Eu já estava me sentindo bem relaxada, foi quando ele começou a falar. Não vou entrar muito em detalhes sobre cada parte que ele falou,  mas, bem no finalzinho quando ele pediu para nós levantarmos e ficássemos de pé foi a parte que mais doeu em mim. Por que eu queria tanto estar junto do meu vô e poder o abraçar, falar para ele o quanto eu amo ele. Mas isso não é possível. Infelizmente. Por isso temos que valorizar as pessoas ao máximo. Ama-las enquanto elas ainda estão vivas.
Awn.
 Outro momento que eu adoro na dinâmica é quando você abraça a pessoa e você sente ou que ela está arrependida com o que fez ou que ela gosta mesmo de você. Para mim, não há nada mais emocionante do que aquele abraço bem forte com um choro! Pois na dinâmica as pessoas ficam mais ''vulneráveis'' e aí sim ela mostra o verdadeiro sentimento que tem por você. Eu queria abraçar muito mais gente, pena que não deu tempo.
 Então, acabou que eu cheguei em casa com a maior cara de choro do mundo e todo mundo me ficou olhando na rua. Mas sempre vale a pena a dinâmica, vamos dizer, minha alma fica ''limpa''.
 Ah, não tenho mais nada para falar. Dizem por aí que tem coisas que só da para sentir não é? É bem isso que acontece na dinâmica.
 Enfim, só tenho que agradecer ao Aloísio por nos proporcionar esse momento maravilhoso de reflexão. Muuu(...)ito obrigada mesmo!


 Beijos,
Bárbara.

sábado, 19 de março de 2011

Carta Anônima - Caio Fernando de Abreu

"Tenho trabalhado tanto, mas penso sempre em você. Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assentada aos poucos e com mais força enquanto a noite avança. Não são pensamentos escuros, embora noturnos. Tão transparentes que até parecem de vidro, vidro tão fino que, quando penso mais forte, parece que vai ficar assim clack! e quebrar em cacos, o pensamento que penso de você. Se não dormisse cedo nem estivesse quase sempre cansado, acho que esses pensamentos quase doeriam e fariam clack! de madrugada e eu me veria catando cacos de vidro entre os lençóis. Brilham, na palma da minha mão. Num deles, tem uma borboleta de asa rasgada. Noutro, um barco confundido com a linha do horizonte, onde também tem uma ilha. Não, não: acho que a ilha mora num caquinho só dela. Noutro, um punhal de jade. Coisas assim, algumas ferem, mesmo essas que são bonitas. Parecem filme, livro, quadro. Não doem porque não ameaçam. Nada que eu penso de você ameaça. Durmo cedo, nunca quebra.
Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você. Quando não encontro lugar para sentar, o que é mais freqüente, e me deixava irritado, descobri um jeito engraçado de, mesmo assim, continuar pensando em você. Me seguro naquela barra de ferro, olho através das janelas que, nessa posição, só deixam ver metade do corpo das pessoas pelas calçadas, e procuro nos pés daquelas aqueles que poderiam ser os seus. (A teus pés, lembro.). E fico tão embalado que chego a me curvar, certo que são mesmo os seus pés parados em alguma parada, alguma esquina. Nunca vejo você - seria, seriam? Boas e bobas, são as coisas todas que penso quando penso em você. Assim: de repente ao dobrar uma esquina dou de cara com você que me prega um susto de mentirinha como aqueles que as crianças pregam umas nas outras. Finjo que me assusto, você me abraça e vamos tomar um sorvete, suco de abacaxi com hortelã ou comer salada de frutas em qualquer lugar. Assim: estou pensando em você e o telefone toca e corta o meu pensamento e do outro lado do fio você me diz: estou pensando tanto em você. Digo eu também, mas não sei o que falamos em seguida porque ficamos meio encabulados, a gente tem muito pudor de parecer ridículos melosos piegas bregas românticos pueris banais. Mas no que eu penso, penso também que somos meio tudo isso, não tem jeito, é tudo que vamos dizendo, quando falamos no meu pensamento, é frágil como a voz de Olívia Byington cantando Villa-Lobos, mais perto de Mozart que de Wagner, mais Chagal que Van Gogh, mais Jarmush que Win Wenders, mais Cecília Meireles que Nelson Rodrigues.
Tenho trabalhado tanto, por isso mesmo talvez ando pensando assim em você. Brotam espaços azuis quando penso. No meu pensamento, você nunca me critica por eu ser um pouco tolo, meio melodramático, e penso então tule nuvem castelo seda perfume brisa turquesa vime. E deito a cabeça no seu colo ou você deita a cabeça no meu, tanto faz, e ficamos tanto tempo assim que a terra treme e vulcões explodem e pestes se alastram e nós nem percebemos, no umbigo do universo. Você toca minha mão, eu toco na sua.
Demora tanto que só depois de passarem três mil dias consigo olhar bem dentro dos seus olhos e é então feito mergulhar numas águas verdes tão cristalinas que têm algas na superfície ressaltadas contra a areia branca do fundo. Aqualouco, encontro pérolas. Sei que é meio idiota, mas gosto de pensar desse jeito, e se estou em pé no ônibus solto um pouco as mãos daquela barra de ferro para meu corpo balançar como se estivesse a bordo de um navio ou de você. Fecho os olhos, faz tanto bem, você não sabe. Suspiro tanto quando penso em você, chorar só choro às vezes, e é tão freqüente. Caminho mais devagar, certo que na próxima esquina, quem sabe. Não tenho tido muito tempo ultimamente, mas penso tanto em você que na hora de dormir vezemquando até sorrio e fico passando a ponta do meu dedo no lóbulo da sua orelha e repito repito em voz baixa te amo tanto dorme com os anjos. Mas depois sou eu quem dorme e sonha, sonho com os anjos. Nuvens, espaços azuis, pérolas no fundo do mar. Clack! como se fosse verdade, um beijo."

sexta-feira, 18 de março de 2011

A BBC diz que a maioria das pessoas já leu pelo menos seis desses livros. OLHA QUE MASSA. (Vi em um Tumblr alheio e salvei no bloco de notas)

1 Pride and Prejudice – Jane Austen

2 The Lord of the Rings – JRR Tolkien

3 Jane Eyre – Charlotte Bronte

4 Harry Potter series – JK Rowling

5 To Kill a Mockingbird – Harper Lee

6 The Bible

7 WHY IS THERE NO 7??

8 Nineteen Eighty Four – George Orwell

9 His Dark Materials – Philip Pullman

10 Great Expectations – Charles Dickens

11 Little Women – Louisa M Alcott

12 Tess of the D’Urbervilles – Thomas Hardy

13 Catch 22 – Joseph Heller

14 Complete Works of Shakespeare

15 Rebecca – Daphne Du Maurier

16 The Hobbit – JRR Tolkien

17 Birdsong – Sebastian Faulks

18 Catcher in the Rye – JD Salinger

19 The Time Traveller’s Wife – Audrey Niffenegger

20 Middlemarch – George Eliot

21 Gone With The Wind – Margaret Mitchell

22 The Great Gatsby – F Scott Fitzgerald

23 Bleak House – Charles Dickens

24 War and Peace – Leo Tolstoy

25 The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy – Douglas Adams

26 Brideshead Revisited – Evelyn Waugh

27 Crime and Punishment – Fyodor Dostoyevsky

28 Grapes of Wrath – John Steinbeck

29 Alice in Wonderland - Lewis Carroll

30 The Wind in the Willows - Kenneth Grahame

31 Anna Karenina – Leo Tolstoy

32 David Copperfield – Charles Dickens

33 Chronicles of Narnia – CS Lewis

34 Emma – Jane Austen

35 Persuasion – Jane Austen

36 The Lion, The Witch and The Wardrobe – CS Lewis

37 The Kite Runner - Khaled Hosseini

38 Captain Corelli’s Mandolin – Louis De Berniere

39 Winnie the Pooh – AA Milne

41 Animal Farm – George Orwell

42 The Da Vinci Code - Dan Brown

43 One Hundred Years of Solitude – Gabriel Garcia Marquez

44 A Prayer for Owen Meaney – John Irving

45 The Woman in White – Wilkie Collins

46 Anne of Green Gables - LM Montgomery

47 Far From The Madding Crowd – Thomas Hardy

48 The Handmaid’s Tale – Margaret Atwood

49 Lord of the Flies - William Golding

50 Atonement – Ian McEwan

51 Life of Pi – Yann Martel

52 Dune – Frank Herbert

53 Cold Comfort Farm – Stella Gibbons

54 Sense and Sensibility – Jane Austen

55 A Suitable Boy – Vikram Seth

56 The Shadow of the Wind – Carlos Ruiz Zafon

57 A Tale Of Two Cities – Charles Dickens

58 Brave New World – Aldous Huxley

59 The Curious Incident of the Dog in the Night-time - Mark Haddon

60 Love In The Time Of Cholera – Gabriel Garcia Marquez

61 Of Mice and Men – John Steinbeck

62 Lolita – Vladimir Nabokov

63 The Secret History – Donna Tartt

64 The Lovely Bones – Alice Sebold

65 Count of Monte Cristo – Alexandre Dumas

66 On The Road – Jack Kerouac

67 Jude the Obscure – Thomas Hardy

68 Bridget Jones’s Diary – Helen Fielding

69 Midnight’s Children – Salman Rushdie

70 Moby Dick – Herman Melville

71 Oliver Twist – Charles Dickens

72 Dracula – Bram Stoker

73 The Secret Garden – Frances Hodgson Burnett

74 Notes From A Small Island – Bill Bryson

75 Ulysses – James Joyce

76 The Bell Jar – Sylvia Plath

77 Swallows and Amazons – Arthur Ransome

78 Germinal – Emile Zola

79 Vanity Fair – William Makepeace Thackeray

80 Possession – AS Byatt

81 A Christmas Carol – Charles Dickens

82 Cloud Atlas – David Mitchell

83 The Color Purple – Alice Walker

84 The Remains of the Day – Kazuo Ishiguro

85 Madame Bovary – Gustave Flaubert

86 A Fine Balance – Rohinton Mistry

87 Charlotte’s Web – EB White

88 The Five People You Meet In Heaven – Mitch Albom

89 Adventures of Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle

90 The Faraway Tree Collection – Enid Blyton

91 Heart of Darkness – Joseph Conrad

92 The Little Prince – Antoine De Saint-Exupery

93 The Wasp Factory – Iain Banks

94 Watership Down – Richard Adams

95 A Confederacy of Dunces – John Kennedy Toole

96 A Town Like Alice – Nevil Shute

97 The Three Musketeers – Alexandre Dumas

98 Hamlet – William Shakespeare

99 Charlie and the Chocolate Factory – Roald Dahl

100 Les Miserables – Victor Hugo

quarta-feira, 16 de março de 2011

ocean's eleven

  Vi o popular Ocean's Eleven (Onze Homens e Um Segredo) segunda-feira, e gostei muito. Não é um filme do tipo "UAU, VOCÊ VAI PARA OS MEUS FAVORITOS!!!!!!", mas é uma boa opção para se ver numa tarde chuvosa. Conta como um grupo de onze pessoas rouba três cassinos badaladíssimos em Las Vegas. Eu gostei da história, do elenco e dos personagens. Aconselho muitíssimo!
Renata.

promoção aeaeae

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AEAEAEAEAE!!!! Promoção sorteando o novo livro do Rick Riordan (Percy Jackson). VEM, GENTE!!!

the haund of the baskervilles

  Agora vou dar uma paradinha em falar de filmes (mas já já volto, heh), para falar do meu último livro lido, que foi nada mais, nada menos que uma das melhores (pelo menos me falaram que é) histórias do detetive mais sagaz e famoso do mundo inteiro: Sherlock Holmes!
  É ótimo! ASSIM, DEMAIS!!!! Não poupo elogios! Não tenho muita experiência em romances policiais (acho que até agora só li esse e O Caso Dos Dez Negrinhos da rainha do policial, Agatha Christie), mas a história me cativou do início ao fim.
  A história é sobre os Baskervilles. Eles são "amaldiçoados" e depois da morte de Sir Charles Baskerville, um amigo seu, dr. Mortimer, foi pedir ajuda ao detetive, já que o herdeiro da grande fortuna vai se mudar para a mansão dos Baskervilles.

Leiam, leiam, leiam! ♥

Renata.

quinta-feira, 10 de março de 2011

the social network

  Ooooutro filme que vi esses dias para trás, foi The Social Network: a história da criação do Facebook. Logo no pôster já fala mais ou menos o enredo - "Você não ganha quinhentos milhões amigos sem ter feito alguns inimigos". Ele ganhou muitos prêmios, entre os quais três Oscars (!!!!!!!!!), e muitas - MUITAS - outras indicações. Eu achei muito engraçado e interessante, aconselho de verdade (mas tem que prestar atenção, porque eles falam meio rápido e as cenas vivem mudando de atual para passado e vice versa). E achei também a música dos créditos GENIAL, não só por ser Beatles, mas pelo refrão e pela situação. "Baby, you're a rich man..." [Baby, você é um cara rico].


ACONSELHO DEMAIS! Garanto risadas.

Renata.

Pão-de-Mel - Rachel Cohn

 Para falar a verdade, quando comprei esse livro, eu realmente estava meia na dúvida. Mas como ele estava em um preço baratinho. Resolvi comprar. E adorei!

 Conta a história de Cyd Charisse, que depois de ser expulsa do colégio interno, volta a morar com sua mãe e o seu padrasto em São Francisco. Porém, Cyd é apaixonada com a liberdade e não se importa de quebrar as regras. Então, nessa nova fase ''sem aulas'', não demora muito para aprontar, e dorme na casa do namorado Sid, um surfista.
 Quando sua rebeldia sai do controle, Cyd é mandada para Nova York, onde vai morar com o pai, Frank, que não vê há anos... A melhor lembrança que ela guarda dele é Pão-de-Mel, uma boneca de pano que ganhou aos 5 anos e de quem nunca mais separou.
 Mas, quando Cyd chega a Nova York, ela tem uma grande decepção. A nova família está longe de ser tudo que ela esperava. Porém isso vai mostrar grandes lições a ela. Como por exemplo, valorizar sua família.

 A leitura desse livro é uma delícia! Alguns pontos da leitura são meio confuso, mas dá para entender tudo. Para você ter idéia de como o livro é bom, dá vontade de a gente 'entrar' o livro e viver a história da personagem. É realmente uma história impressionante.

 Bom, vou deixar minhas frases preferidas:


 ''Vou ser tão rebelde quanto eu quiser''


 ''Não me importei de ser 12 centímetros mais alta do que Siri - mais ainda quando uso minhas plataformas de 12 centímetros - ou por ele escutar disco music numa vitrola antigona que herdou do irmão mais velho. Eu estava sofrendo de síndrome pós-traumática de Justin, e Siri era exatamente o que eu precisava.
Ele tem o coração enorme'' 


 ''Siri me olhou e disse:
- Ei, você é da escola. - Ele tinha uma voz estranhamente profunda e grave, que você não esperaria em alguém tão baixo e esquelético, e tinha cabelo castanho-claro, com uma mecha platinada e espetada na frente, sobre a testa. Se eu fosse uma personagem de desenho animado, apareceriam as letras D-E-S-E-J-O piscando nos meus olhos, como mostruários de caça-níqueis de Las Vegas.''


 E alguns comentários sobre o livro:


 ''Pão-de-Mel não é apenas mais um romance teen.'' - Elle Girl
 ''Inesquecível.'' - Teen People

 Ah, e eu estava pesquisando aqui e descobri que tem a continuação do livro! Os outros chamam Cupcake e Siri. Mal posso esperar para comprar!

Beijos e boa leitura,
 Bárbara.

quarta-feira, 9 de março de 2011

corpse bride

  Aproveitando o embalo, vou falar sobre o outro filme: Corpse Bride. E ele não é nada infantil, apesar de ser uma animação. Conta a história de Victor e Victoria, que se conheceram às vésperas de seu próprio casamento, e Emily, a noiva cadáver. Devido ao nervosismo de Victor no ensaio e alguns embaraços causados por este, Victor acabou fugindo para a floresta e treinando consigo mesmo os votos, acabou se casando acidentalmente com Emily. O que acontece depois... Bem, vocês terão que procurar na internet ou ver o filme, porque eu não falo nada. E confesso: chorei no final.

I was a bride. My dreams were taken from me. But now - now I've stolen them from someone else. I love you, Victor, but you are not mine. [Eu era uma noiva. Meus sonhos foram tirados de mim. Mas agora - agora eu estou roubando-os de outra pessoa. Eu te amo, Victor, mas você não é meu.]

  Aconselho! 
Renata.

v for vendetta

  Vou começar a falar sobre o que eu tenho visto/lido/etc. Devido ao feriado, só pude postar agora sobre um dos meus filmes favoritos. Na última sexta-feira eu, Mariana e Sophia vimos dois filmes: Corpse Bride (Noiva Cadáver) e V For Vendetta (V de Vingança). Nesse post vou falar de V For Vendetta e depois falo de Corpse Bride.
  Eu já tinha visto V duas vezes, e minha opinião não mudou. Sou péssima em dissertações e não gosto dos resumos da Wikipedia, porque têm muitos spoiler (revelações sobre o enredo) e eu não quero acabar com a magia caso um dia vocês cheguem a ver.
  O filme foi inspirado numa série de quadrinhos também chamada V For Vendetta que eu morro de vontade de ler. Conta a história de V, um revolucionário em meio à uma ditadura e Evey, uma inocente que acaba por ser afetada por essa ditadura. É aquele tipo de filme que você juraria que é chato, mas no meio você já está aos prantos e se perguntando "POR QUÊ?!?!?!". Pergunte às meninas se você acha que eu estou mentindo.
  Algumas das citações que eu amo:
V: I told you, only truth. For 20 years, I sought only this day. Nothing else existed... until I saw you. Then everything changed. I fell in love with you Evey. And to think I no longer believed I could. [Eu te disse apenas a verdade. Por vinte anos eu só via esse dia. Nada mais existia... até eu te ver. Depois tudo mudou. Eu me apaixonei por você, Evey. E mais do que eu acreditaria ser possível.] 
Evey Hammond: But I don't want you to die.  [Eu não quero que você morra.]
V: That's the most beautiful thing you could have ever given me.  [Essa é a coisa mais bonita que você poderia me dar]

"Debaixo dessa máscara tem mais que carne. Debaixo dessa máscara tem uma ideia, Mr Creedy. E ideias são à prova de bala."




  Aconselho. Tenha a idade que você tiver, você irá adorar.
Atenciosamente,
Renata.
  

Quando me amei de verdade - Kim McMillen & Alison McMillen

 Hoje eu acordei e vi que meus livros tinham chegados! Até que fim, depois de tanta espera e ansiedade. E um deles se chama ''Quando me amei de verdade''. 

O livro nasceu por acaso. Kim McMillen foi escrevendo em um caderninho suas reflexões sobre a vida, e sua filha, Alison, fez uma edição para presentear alguns parentes e amigos.  
O livro foi passando de mão em mão, encantando as pessoas por transmitir, de forma simples, verdades importantes: nunca estamos sozinhos quando sabemos aproveitar nossa própria companhia e, para amar os outros, precisamos primeiro nos amar. 
 Kim McMillen, a autora, morreu aos 52 anos, pouco depois de escrever este livro. 


 Enfim, o livro é composto de frases que mostra a alma de Kim, suas verdades e seu desejo profundo de ser feliz. É perfeito. Algo que nos faz parar e pensar. Eu, particularmente, adorei. É uma leitura bem leve (o livro também é bem pequeno, 86 páginas.) Valeu muito ler! 

Vou postar as minhas frases favoritas:


''Quando me amei de verdade, 
comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos - qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.'' 


''Quando me amei de verdade,
não fiquei tão preocupada em perdoar os outros.''


''Quando me amei de verdade, 
deixei de atender o telefone quando não estava com vontade de conversar.''


Aí fica dica de um bom livro para se ler quando se sentir sozinha.
Boa leitura!


Bárbara.

Olá!

 Indo direto ao ponto, como a Renata fez anteriormente, eu também não sei falar sobre mim. Por isso eu leio. Lendo eu tento me descobrir. Fala sério, quem nunca leu uma frase e pensou ''Nossa, isso parece com o que eu estou sentindo!''. Então, eu sou isso. Cada dia descubro mais e mais sobre mim e meus sentimentos.

 E eu convido a você entrar nesse mundo da leitura e se (re)descobrir.

 Espero que gostem do blog, 
 Bárbara.

sexta-feira, 4 de março de 2011

hello, world!

  Vou direto ao ponto: não sei falar sobre mim. Então não vou prometer nada - nem que eu sou legal, porque tenho certeza que não sei mentir -, só que irei me esforçar para fazer algo legal.
  Aqui estão meu
listographyformspring e twitter, eles vão esclarecer muito mais facilmente sobre mim do que eu mesma.
  Depois a Bárbara vem cá e fala sobre ela, eu já estou de saída.
Apareçam!
Renata.